UFMG: Um Exemplo de Compromisso Social




"A Universidade Federal de Minas Gerais reafirma sua presença  em uma das regiões
mais carentes do Estado de Minas Gerais por meio do Programa Pólo de Integração da UFMG
no Vale do Jequitinhonha. O Programa iniciou suas ações em 1997 e consolida-se hoje, como
um programa de desenvolvimento regional, que tem como eixo a bacia do Rio Jequitinhonha,
e abrange as regiões do Alto, Médio e Baixo Jequitinhonha"

Esse é um trecho do artigo "Lixo e Cidadania em Minas Gerais: mudando paradigmas" que é um projeto realizado pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). É uma Universidade que tem compromisso social, que busca soluções e melhorias para a população. Nessa população está presente sérios problemas, como: fome, doenças, misérias, falta de saneamento básico e etc.

Segundo o texto: "A UFMG tem trabalhado no sentido de unir suas competências científicas e técnicas,
aliadas a uma grande sensibilidade e compromisso social, no sentido de  buscar soluções e
disseminar conhecimentos que melhorem o quadro regional onde vivem essas populações
menos favorecidas."

O programa visa como estratégia articular as ações de pesquisa e extensão, como forma de tornar viável a relação transformadora entre sociedade e universidade. Ou seja, estamos falando do sentido real de extensão. O programa também apostou na qualificação de seus recursos humanos locais para que pudesse ser possível a sustentabilidade da região para tratar seus problemas e gerar assim o desenvolvimento local.

"Uma das demandas apresentadas, com freqüência, pelos municípios, é a orientação por
parte da UFMG quanto à destinação dos resíduos sólidos nos municípios, em especial na área
urbana. A oportunidade de atuar na questão veio com a proposta de parceria da Secretaria de
Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – SEMAD / MG (...) A concepção e a execução do projeto Lixo e Cidadania em Minas Gerais: Mudando Paradigmas, pautou-se pelas diretrizes do Programa Pólo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha ao qual está  vinculado, sendo financiado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Minas Gerais. Orientou-se no sentido de capacitar os municípios para o adequado gerenciamento de resíduos sólidos urbanos"

O programa almeja ter servido como incentivo para que a população participe de forma ativa no gerenciamento e solução dos problemas urbanos, especialmente os problemas relacionados aos resíduos sólidos.

Trechos e texto tirados do site: http://www.ufmg.br/proex/arquivos/7Encontro/Meio16.pdf
Artigo: Lixo e Cidadania em Minas Gerais: Mudando Paradigmas
Autores: Maria das Dores Pimentel Nogueira, Luiz Guilherme Knauer e Angela Bibiana Nogueira.

Sorriso de Plantão: um projeto de extensão de alegria.




Realizei uma visita no dia 15 de outubro ao Sorriso de Plantão que é um projeto de extensão desenvolvido por alunos das IES de Alagoas sem fins lucrativos que visa trabalhar a sorrisoterapia no Hospital Universitário e também no HGE Alagoas. O Sorriso de Plantão é um trabalho solidário que busca amenizar a dor daqueles que se encontram enfermos nas instalações do HU e HGE. 
Foi uma visita engrandecedora, onde se pode notar que com alegria tudo se torna um pouco mais leve. E que o ambiente hospitalar não precisa ser visto apenas como um lugar triste, pois o grupo do Sorriso de Plantão é composto por alunos que se vestem de palhaços e tentam mudar esse ambiente de forma positiva. 
Acredito que com mais práticas e projetos extensionistas como esse, podem ser feitas grandes mudanças no nosso Estado. Espero voltar mais vezes lá, foi uma experiência como toda certeza, perfeita. 
Você já tentou alegrar o dia de alguém? faça isso agora! 


Relato da Quarta Aula



Essa aula ocorreu no dia 05/09/2011



Nessa aula, foi feita a entrega dos fichamentos corrigidos e partimos para uma visita a pontos importantes para a Extensão na Faculdade Integrada Tiradentes – FITS.
      A primeira parada foi a sala de Pesquisa e Extensão, onde se tem o processo de supervisão das pesquisas, dos trabalhos, dos projetos dos alunos e professores da instituição. Nessa sala é estudado a viabilidade dos projetos, os custos e o que deve ser feito.
A segunda parada foi o mural da faculdade, onde são colocados todos os avisos sobre cursos, sobre palestras, sobre congressos e etc.
Depois paramos em frente aos lixeiros que fazem parte do programa Conduta Consciente. Esse programa foi implantado dia 27 de junho da FITS, visando a implantação da Coleta Seletiva e a diminuição dos impactos causados pela utilização dos recursos naturais. Após a implantação desse programa, projetos são desenvolvidos pela professora Karina Dias e alunos da faculdade.
Visitamos também o NAPPS, Núcleo de Apoio Pedagógico e Psicossocial.  O NAPPS tem a finalidade de acompanhar as atividades do ensino de graduação, prestar apoio pedagógico, psicológico e social aos docentes, discentes, coordenadores de cursos e demais funcionários da instituição, proporcionar a assistência e orientação aos alunos, procurando solucionar e encaminhar os problemas surgidos, tanto no desempenho acadêmico, quanto em assuntos que tenham reflexo nesse desempenho, particularmente, de ordem pedagógica, psicológica e social. No NAPPS, falamos com a professora Marcella Padilha, que pôde nos explicar um pouco sobre esse núcleo.
Depois fomos á clínica de Fisioterapia, onde podemos ver as salas onde são prestados os atendimentos à comunidade, os materiais que são utilizados e entender um pouco como são prestados esses serviços. 

Relato da Terceira Aula



Essa aula ocorreu no dia 22/08/2011



Nessa aula, ocorreu um problema com a questão dos fichamentos, pois todos fizeram de forma errônea. Achávamos que era um fichamento de citação, mas na verdade era um fichamento de resumo. Mas mesmo assim, foi feita uma discussão em sala sobre o tema de cada livro escolhido, onde todos falaram um pouco sobre a ideia central de cada livro e a importância dele. E a professora, Karina Dias, pediu para que fosse feita a correção dos fichamentos para a sua entrega na próxima aula.
           
      Para Auro de Jesus Rodrigues, em seu livro Metodologia Científica, o fichamento é:
“Podemos definir o resumo como a apresentação concisa e seletiva do texto estudado apresentado as principais idéias do autor. Qual a finalidade? Difusão das informações contidas em livros, monografia, artigos, relatórios etc. Para que resumir? Para compreender melhor o texto. O resumo facilita a análise, fixação, integração e interpretação daquilo que está sendo estudado, além de uma melhor preparação para pesquisas e avaliações. Podemos acrescentar, ainda, a possibilidade da melhoria na escrita, reorganização dos seus conhecimentos e seleção das partes mais importantes de um texto.”.

     Eu peguei o livro, cujo tema era “Extensão Universitária: Construção de Solidariedade” de João Clemente de Souza Neto.
           
    O livro passava uma ideia de que a solidariedade é algo importante na Extensão, que solidariedade em si não é uma ideia de que algo deve ser feito esperando um retorno, pois é algo engrandecedor!  E solidariedade é tida como uma experiência humana que transforma as pessoas e algo que percorre um movimento interligado de doação, recepção e compromisso. Falava também da questão da Extensão e qual a sua importância quando interligada a universidade e a sociedade na construção do conhecimento. No livro há um trecho que fala o seguinte:
“Por meio da Extensão, o conhecimento deve ultrapassar a competência técnica e contribuir para a fruição da solidariedade. Ela deve preparar os indivíduos, em particular os profissionais, para o relacionamento consigo, com o outro, com a sociedade e o planeta. Esse respeito ao outro permite à práxis extensionista se construir numa via de mão dupla, pela qual o conhecimento produzido na universidade afeta tanto as experiências e vivências cotidianas quando é por elas afetado”. (p.18)

Relato da Segunda Aula





Essa aula ocorreu no dia 08/08/2011

Nessa aula, foi feita uma discussão sobre o artigo “A questão universitária e o movimento estudantil no Brasil nos anos 1960”.

Foi discutido na sala que o supracitado artigo vem trazendo a ideia da luta do movimento estudantil brasileiro  no início da década de 60 por mais vagas, mais verbas e por uma democratização no sistema educacional do Brasil. A luta pela democratização do ensino de 62, teve como ápice 'a greve do um terço', que foi dirigida pela Une (União Nacional dos Estudantes) que paralisou 40 universidades no Brasil. O vestibular de antigamente era classificatório, o que gerou uma demanda grande de alunos aprovados e vagas insuficientes para atender esses alunos, e os alunos acabavam ficando sem vagas mesmo tendo direito a elas. A partir do acordo MEC e USAID, firmados pelo Brasil e EUA,  que tinha como objetivo escola profissionalizante para os pobres e universidades para os ricos, a UNE levantou a bandeira da 'reforma universitária', ou seja, reivindicações de democratização das universidades. 
Dentre essas reivindicações estavam as questões da nacionalização (ensino expandido para todo o território nacional), ensino popular, luta contra a transformação das universidades públicas em universidades privadas, e etc. O governo recuou na aplicação das medidas contra a educação superior por causa da intensa luta estudantil. O movimento estudantil deixou sua marca e isso foi expresso no seguinte trecho do artigo: 
"o movimento estudantil daquela década demonstra para nós, nos dias de hoje, a importância de uma perspectiva de educação muito mais do que um mero meio de adaptação dos educandos à realidade, podendo, assim, fazer frente aos fatalismos que se vêm operando nas discussões sobre as transformações da universidade."
           
Após a discussão em sala sobre o artigo, a professora Karina Dias, pediu para que fossemos na biblioteca e pegássemos um livro sobre “Extensão Universitária” e fizéssemos um fichamento de resumo do livro que escolhemos. 

Relato da Primeira Aula

      A primeira aula foi no dia 25/07/2011

Essa aula teve início com uma dinâmica de apresentação, onde a professora Karina Dias se apresentou e falou um pouco sobre suas ocupações e sobre ela. Após a apresentação da professora, foi a vez dos alunos se apresentarem e falarem sobre o que gostam de fazer, se trabalham, o que esperam do curso, se tocam gostam de música, se tocam instrumentos e etc.

Agostinho Minicucci em seu livro Dinâmica de Grupo: teorias e sistemas, fala um pouco sobre essa questão da dinâmica de grupo, que foi feita na sala de aula no primeiro dia onde a professora visava conhecer um pouco sobre os alunos: “A expressão dinâmica de grupo tem sido utilizada também como um campo de pesquisas, destinado a obter conhecimento a respeito da natureza dos grupos, das leis que regem seu desenvolvimento e de suas relações e inter-relações com os indivíduos, em grupos e com a sociedade em geral.”.

A professora pôde constatar que a maioria dos alunos tocava algum tipo de instrumento e que alguns alunos tinham feito parte da algum programa de Extensão, logo, acreditou que havia uma grande diversidade na turma, pois existiam muitas pessoas diferentes, com ocupações diferentes e pontos de vista diversificados.

Após a dinâmica de apresentação, a professora Karina Dias, apresentou a ementa da disciplina. A ementa serve como um roteiro da disciplina, ou seja, o que vai acontecer e o que será cobrado até o final do semestre.

Após a ementa, a professora passou um artigo chamado “A questão universitária e o movimento estudantil no Brasil nos anos 1960” de Luís Antonio Groppo, para que fosse lido em casa para uma discussão em sala na próxima aula.
 

Trecho do artigo "A Experiência Discente Em Práticas Extensionistas"





"(...) Grande parte dos alunos que se iniciam nas atividades de extensão não tem a devida 
noção da dimensão que a envolve e a vêem com uma forma de praticar aquilo que aprendeu 
em sala de aula e/ou realizar apenas uma atividade social, mais de cunho assistencialista. Só 
depois que adquirem uma certa experiência é que começam a ter um real entendimento e 
conhecimento dos problemas que envolvem a prática da extensão. Problemas estes que 
surgem para o aluno quando ele toma conhecimento de suas limitações, das limitações de sua 
instituição e dos problemas e expectativas que a sociedade tem em torno das atividades de 
extensão. Esses problemas e limitações permitem não somente ao aluno, mas também a 
professores e demais pessoas envolvidas com a prática de extensão, a reflexão sobre o fazer 
dessa atividade e isso contribui para a geração de novos conhecimentos. É aquilo que a 
academia chama de práxis. Daí porque a extensão deve estar inter-relacionada com o ensino e 
a pesquisa, pois através da observação dos fenômenos sociais há a reflexão que deve resultar 
em pesquisa para a geração de novos conhecimentos. LUCKESI et al (apud CASTRO & 
BOTTENTUIT, 2003) argumenta que a comunidade universitária “precisa comprometer-se 
com a reflexão, criando-a, provocando-a, permitindo-a e lutando continuamente para 
conquistar espaços de liberdade que assegurem a reflexão”. Também afirma que a realidade 
deve ser “percebida, questionada, avaliada, estudada e entendida em todos os  ângulos e relações, com rigor para que possa ser continuamente transformada”(...) 

 Comentário: Usei esse artigo como base para explicar como, por muitas vezes, a prática extensionista é vista pelos alunos. Intitulei meu blog como: 'Práticas Extensionistas: Diversificação de saberes', pelo simples fato de que a Prática Extensionista é uma troca mútua de saberes, aprendizados, formas de ver a realidade, de resolver problemas, de crescimento entre partes relacionadas. O artigo expõe que, de princípio, os alunos podem enxergar a Prática como apenas mais uma disciplina e com o passar do tempo acabam notando quão grande é a importância dela. A partir da interação, da resolução de problemas, das práticas assistencialistas, da preocupação com o outro é que notamos como nos portamos diante de várias situações ou até onde podemos ir. O artigo também expõe a importância da reflexão. Ao meu ver, a reflexão é de tamanha importância para a Prática Extensionista, pois é pensando que achamos maneiras de ajudar ao outro e de modificar a realidade. A Prática nos ajuda a não ficar parados diante da realidade e acima de tudo, não aceitar a realidade sem tentar modificá-la. 

A Experiência Discente Em Práticas Extensionistas. Autora: Cláudia Doriana Silveira.


Uma breve apresentação




Sou Tatiana Íris Lima de Holanda, tenho 19 anos, sou estudante do segundo período do curso de graduação na área de Psicologia da Faculdade Integrada Tiradentes – FITS, no horário matutino. Gosto muito do que estudo e me dedico bastante à Faculdade. Moro com meus pais, meu irmão e minha cachorrinha que se chama Lilica. Minha família é estruturada, tranquila e unida. Minha vida é muito ocupada pela faculdade, pois tenho sempre atividades a serem feitas, mas em breve viso conseguir algum estágio na minha área, para poder me aprofundar mais. Tento sempre levar a minha vida de uma forma organizada, em que tudo tem o seu tempo. Acho responsabilidade uma das palavras mais bonitas e tento sempre ser boa nas atividades que assumo ou na parte que me cabe. 

Introdução ao portfólio


Optei pelo portfólio virtual, ou seja, fiz um blog onde pretendo anexar virtualmente o que leio, o que acho interessante, comentários sobre as atividades que realizado e tudo que é vinculado à Prática Extensionista. O significativo trabalho visa um registro de todas as aulas da disciplina de Práticas Extensionistas I durante todo o semestre de 2011.2. As aulas são ministradas quinzenalmente pela professora Karina Alves Dias. O trabalho foi pedido em forma de portfólio, que deverá conter os relatórios de todas as aulas, os textos utilizados, os relatos sobre visitas feitas, comentários decorrentes das aulas, fichamentos e artigos, tudo embasado por autores e deverá ser entregue no final da disciplina.

Para que fazer um Portfólio?

Uma das minhas atividades na disciplina de Práticas Extensionistas é a criação de um portfólio. Mas para que serve um portfólio? 


      O portfólio pode ser visto como um instrumento que visa ajudar no desenvolvimento da habilidade de avaliar o próprio trabalho e desempenho de um profissional ou estudante. No portfólio contém uma coleção de trabalhos, relatos, fichamentos, relatórios, artigos e etc, que ainda estão em andamento. É interessante que o portfólio seja um apoio para que o aluno registre seus pensamentos, sentimentos, auto-avaliações de crescimento ao longo de sua experiência naquela disciplina. É interessante também para manter o vínculo entre a disciplina, o professor e o aluno, para que essa forma de avaliação resulte em um crescimento para o aluno, pois é a partir dos comentários feitos sobre as aulas, dos fichamentos feitos a partir de livros, dos relatos sobre visitas, que se pode ter um acompanhamento do aluno por parte do professor. 


Espero ter sanado algumas dúvidas sobre a importância de se fazer um portfólio.

Nesse site há uma explicação sobre o portfólio e como o portfólio pode ser integrado a proposta pedagógica.